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domingo, 29 de junho de 2008

Ladytron - Witching Hour (Bonus Edition)

Ladytron - Witching Hour (Bonus Version 2007) Cobraside / Ladytron

1-1 High Rise (4:56)
1-2 Destroy Everything You Touch (4:38)
1-3 International Dateline (4:19)
1-4 Soft Power (5:21)
1-5 CMYK (1:51)
1-6 AMTV (3:28)
1-7 Sugar (2:52)
1-8 Fighting In Built Up Areas (4:01)
1-9 The Last One Standing (3:13)
1-10 Weekend (3:59)
1-11 Beauty*2 (4:25)
1-12 Whitelightgenerator (4:01)
1-13 All The Way... (4:07)
2-1 Soft Power (Vicarious Bliss Gutter Mix) (6:48)
2-2 Soft Power (Loz & Brendan Long Remix) (7:39)
2-3 International Dateline (Simian Mobile Disco Remix) (5:42)
2-4 Destroy Everything You Touch (Hot Chip Remix) (6:52)
2-5 Weekend (James Iha Mix) (4:04)
2-6 High Rise (Ladytron Club Remix) (6:11)
2-7 Sugar (Archigram Remix) (5:27)
2-8 Destroy Everything You Touch (Playgroup - Vocal Edit) (5:27)
2-9 Nothing To Hide (3:53)
2-10 Citadel (3:56)
2-11 Tender Talons (3:31)





Ladytron são uma banda Liverpool, Inglaterra, consistindo de dois rapazes locais, Reuben Wu e Daniel Hunt, da escocesa Helen Marnie e da húngara Mira Aroyo, composta em 1999. Tendo inicialmente sido juntos ao movimento electro-pop, rapidamente começaram a demonstrar que tinham um som próprio, que não tentava celebrar essa corrente, mas antes uma combinação fenomenal de pop, synthpop, electronica e, digamos, sons experimentais!

Este albúm é o terceiro na sua carreira (atenção que lançaram um novo este mês!) e vem tentar sobrepor-se ao exito alcançado com Light & Magic, que continha faixas excelentes como Seventeen (videoclip excelente já posto aqui), que ajudaram a elevar os Ladytron para um novo patamar.

De facto, com Witching Hour, na minha opinião, conseguem eclipsar o Light & Magic por completo. As faixas são excelentes exemplos do que se consegue fazer ao juntar sons electronicos com instrumentos mais "tradicionais", assim como as vozes ecleticas de Marnie e Aroyo. Li algures que todos os membros contribuem no que toca à composição, o que, dados os seus backgrounds distintos, certamente será parte do segredo de fazer algo diferente da norma, mas que dá um grande prazer ouvir. Especialmente para quem, como eu, gostando de música electrónica, também tem certa paixão por alternative ou punk-rock.

Obrigatório ouvir International Dateline!

Na edição especial, temos um segundo CD composto quase exclusivamente por remixes das músicas do primeiro CD. Algumas destas faixas estão boas, outras fenomenais, como a versão dos Hot Chip de Destroy Everything You Touch.



A ouvir: International Dateline, Destroy Everything You Touch, Sugar

domingo, 2 de março de 2008

The Knife - Silent Shout

The Knife - Silent Shout (2006) Rabid Records

1 Silent Shout (4:53)
2 Neverland (3:38)
3 The Captain (6:08)
4 We Share Our Mothers' Health (4:11)
5 Na Na Na (2:27)
6 Marble House (5:18)
7 Like A Pen (6:13)
8 From Off To On (3:58)
9 Forest Families (4:08)
10 One Hit (4:27)
11 Still Light (3:15)





The Knife é o nome da dupla formada em 1999 pelos irmãos suecos Karin Dreijer Andersson e Olof Dreijer, também donos da Rabid Recordings.

A dupla é conhecida pela sua falta de cooperação com os media, não só pelas raras entrevistas como pelas não menos raras aparições ao vivo. Inclusive, na grande maioria das fotos promocionais, aparecem com máscaras e até ao lançamento de Silent Shout, recusavam-se em dar concertos.
Até ao momento lançaram 4 discos sendo este, Silent Shout, o último. A sua música normalmente não contem qualquer elemento acústico, sendo composta na totalidade por sons conseguidos electronicamente.

O albúm está repleto de excelente momentos de electrónica pura, desde o mais dançável com Like a Pen, ao mais eclético de Still Light, sendo que algumas músicas serão, naturalmente, direccionadas a quem goste do género e um gosto adquirido para os restantes. No entanto, na sua totalidade, o albúm está muito bem conseguido, com momentos divinais, mostrando que ainda se faz electronica ao estilo synthpop...



A ouvir: Like a Pen, Silent Shout, Neverland

quarta-feira, 19 de setembro de 2007

Wax Tailor - Hope & Sorrow

Wax Tailor - Hope & Sorrow (2007)Decon Inc.

1. Once Upon A Past
2. The Way We Lived featuring Sharon Jones
3. The Games You Play featuring Voice
4. The Tune
5. The Man With No Soul featuring Charlotte Savary
6. Radio Broadcast
7. Positively Inclined featuring A.S.M & Marina Quaisse
8. Sometimes
9. House Of Wax featuring The Others
10. Beyond Words
11. To Dry Up featuring Charlotte Savary
12. We Be featuring Ursula Rucker
13. That Case
14. There Is Danger
15. Alien In My Belly featuring Charlotte Savary


Wax Tailor (ou WT) é um produtor parisiense de trip-hop, downtempo e electronica, reconhecido pelas várias vozes que utiliza nas músicas (maioritariamente de filmes) bem como projectos com nomes interessantes do mundo da música.

Neste novo CD, WT está muito bom, conseguindo juntar estilos que vão desde uma vertente mais hip-hop (discutivelmente, mas com influências claras) até ao seu género de trip-hop. No seu todo está um cd bastante diferente da norma e as colaborações são todas excelentes.
Ao contrário do albúm anterior (Tales of the Forgotten Melodies), que prima sobretudo por 2 ou 3 faixas, Hope & Sorrow parece mais global, mantendo contudo, o estilo do autor.


A ouvir: Once Upon A Past, The Man With No Soul featuring Charlotte Savary, We Be featuring Ursula Rucker

Listening to: Wax Tailor - We Be (feat. Ursula Rucker)
via FoxyTunes

Lamb - Lamb (1996)


Lamb - Lamb (1996) Fontana Records

1. Lusty
2. God Bless
3. Cotton Wool
4. Trans Fatty Acid
5. Zero
6. Merge
7. Gold
8. Closer
9. Gorecki
10. Feela



Em Setembro de 1996 a dupla composta por Andy Barlou e Lou Rhodes, de Manchester (UK) lançava, após alguns singles de relativo sucesso, o seu primeiro albúm. Teve sucesso no Reino Unido, onde o Trip-Hop teve uma excelente exposição nos anos 90 (sobretudo devido a Bristol e ao sucesso de bandas como Massive Attack) mas menos pelo resto da Europa, com excepção a Portugal (aliás, o seu cd seguinte provava isso com Gabriel a atingir #1).

Este cd está cheio de pequenos momentos fantásticos e representa, na minha opinião, o melhor dos Lamb. A melodia de Lusty e o ritmo de Cotton Wool, entre outros, relembram uma banda com um ponto de vista diferente sobre o trip-hop...

...vale a pena relembrar...

A ouvir: Lusty, Cotton Wool, Trans Fatty Acid, Gorecki
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Listening to: Lamb - Lusty
via FoxyTunes